Desenroladas



Arte na pele: artistas que fizeram nossas tattoos

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Não é de hoje que nos perguntam sobre nossas tatuagens, principalmente, sobre quais os profissionais que as fizeram. Então, fizemos aqui um geralzão dos nossos desenhos pelo corpo e os artistas responsáveis por cada um. Entre processos cheios de significados e também àqueles que nos acometeram simplesmente pela estética, nossas tatuagens contam um pouco a história de quem somos até hoje ou também de quem já fomos.

Aqui, uma lista dos artistas para os quais confiamos nossa pele. Quem sabe os ajude a decidir sobre a sua próxima tattoo!

Tattoos da Gabi

Artistas: Mari Kuroyama (@marikuroyama) e Isa Montenegro (@isamontenegro_)

Local: Kaleidoscope Studio – R. Franklin Távora, 604 – Centro – 3253-1806

Não dá para separar quem fez qual, já que os pássaros a Mari começou e a Isa fez o último; a âncora, a máquina de escrever e os livros a Mari desenhou e a Isa tatuou; o coração a Mari tatuou… por aí vai.

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Artista: Ben Hur (@benhurleite)

Local: Metal Dog Tattoo – R. Barbosa de Freitas, 1415 – Shopping Green Mall, loja 06 – Aldeota. – (85) 3085.8658 / (85) 98730.3780

Tattoo: frase da Simone de Beauvoir “La liberté était notre substance même” (que a liberdade seja nossa própria substância)

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Artista: não faço ideia, fiz com 18 anos

Luz é o sobrenome da minha mãe que não herdei na certidão

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Tattoos da Clara

Artista: Maurício (@mali8)

Local: Bourbon Tattoo – Rua Botelho Magalhães 280 – (85) 3032.1598

Tattoos: Flor de lótus e raposa.

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Artista: Ricardo Araujo (@paineltattoo)

Local: Painel Tattoo – araujotattoo@hotmail.com

Tattoo: Arco-íris. Essa foi a minha primeira!

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Artista: Jack Anderson (@jacknight_)

Local: Metal Dog Tattoo – R. Barbosa de Freitas, 1415 – Shopping Green Mall, loja 06 – Aldeota. – (85) 3085.8658 / (85) 98730.3780

Tattoo: Frase de uma música que meu pai escreveu para mim. Pedi ao Jack que mantivesse a caligrafia do meu pai.

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Artista: Não lembro o nome =X

Local: Santa Tatuagem – Avenida Dom Luís, 300 loja 118 Shopping Avenida, Aldeota

Tattoo: Girl Power. Fiz por impulso com um artista que não conhecia e infelizmente não recordo o nome dele. Apesar disso, ela é uma das que têm maior significado pra mim: desde os 10 anos sonhava em fazer essa tattoo.

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Artista: Ben Hur (@benhurleite)

Local: Metal Dog Tattoo – R. Barbosa de Freitas, 1415 – Shopping Green Mall, loja 06 – Aldeota. – (85) 3085.8658 / (85) 98730.3780

Tattoos: coração no dedo; “let’s dance” nos tornozelos; “resiliência” nas costas; carimbo inspirado no do correio de Fortaleza; sereia (ainda inacabada).

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Le Sergic lança coleção inspirada em Frida Kahlo

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Cearense, criativa, colorida e agender. Esses quatro atributos já são grandes motivos para ficarmos de olho na Le Sergic. Para a coleção “Frida-se”, a marca mergulhou nas cores da artista mexicana Frida Kahlo traduzindo seu universo lúdico para a tropicalidade da terra do sol. Com estampas marcantes, as camisas tem shape “slim” e a modelagem é pensada para ter bom caimento tanto em corpos masculinos como femininos.

A estilista da marca, Amanda Pereira, fala que a inspiração na Frida vem também da vida pessoal da artista. “Nos inspiramos na sua trajetória, seus amores e dores, nas suas cores e na sua cultura para trazer um pouco de Frida para cada um de nós”, conta.

O carinho que temos pela marca (do qual já falamos aqui e aqui) ganhou reforço na produção das fotos, que contou com um time de amigos queridos: Natália Rocha nas fotos e Vitoria Forte Branco, Marcos Bruno Flor e Tati Dourado como modelos. O sobrenome não é coincidência: a Tati é nossa prima! <3

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Liberdade tem idade?

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Esses dias estava conversando com uma amiga sobre a importância da Madonna para as mulheres dentro da cultura pop. Como pioneira a tratar de alguns assuntos tidos como tabu na mídia de massa, ela “obrigou” muita gente a refletir sobre esses temas e inspirou uma série de outras pessoas (não só mulheres) a pensar: “ei, é ok ser como eu sou. Sou livre”. Mantendo-se na ativa aos 57 anos, ela continua falando, por exemplo, de sexo – algo que muita gente julga desnecessário para uma “mulher da idade dela”. Oi? Quando atingimos uma certa idade, deixamos de ser produtivos, consumidores, desejados e termos direito à liberdade? Que idade é essa?

Nosso planetinha tem costumes mais diversos do que sonha nossa vã filosofia. Com realidades tão distintas e a globalização, é notório que a luta pela liberdade é urgente, questão de sobrevivência, e cada caso merece seu devido respeito. Daí a importância de usar veículos de massa, seja através do jornalismo, do marketing ou da publicidade, para falar de aceitação e empoderamento. É preciso chamar atenção do público para essas causas e manter a discussão viva.

Dentro da tendência ageless (o Ponto Eletrônico tem um post massa sobre “a morte da idade”, leia aqui.), a Avon preparou o Manifesto Renew Pró Idade, no qual fala: “pró idade é eliminar preconceitos e enxergar que as pessoas não tem data de vencimento”.

Lindo, né? Mais bonito ainda é ver que de fato essa tendência vem ganhando peso fora de campanhas de moda e beleza.

O Garbage lançou essa semana um clipe novo. Nele, Shirley Manson (com seus 49 anos) está, como sempre, uma verdadeira diva do rock, com cabelos cor-de-rosa e mini vestido preto.

Curti a música e o visual dela, mas infelizmente isso me fez lembrar de um episódio no qual eu e outras colegas de trabalho sofremos preconceito por termos cabelos coloridos e tatuagens. Fomos chamadas de “roqueirinhas doidinhas” durante uma reunião, como se o visual fosse sinônimo de adolescente rebelde e algo negativo para a empresa. No caso, a empresa é de moda. Pasmem.

Até hoje não entendemos. Até hoje não nos importamos. E continuamos mudando os cabelos e fazendo tatuagens de acordo com nossas vontades.

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Já conhecido por apostar em fórmulas fora do padrão para suas séries e conquistar grande sucesso de público, o Netflix produz um dos seriados que mais curto ultimamente: Grace & Frankie. Estrelado por Jane Fonda, Lily Tomlin, Sam Waterston e Martin Sheen, o casting brilhante está na casa dos 70 anos. O foco da trama é a desconstrução de duas relações heteroafetivas que dão lugar a uma relação homoafetiva, por parte deles, e uma grande amizade, por parte delas. Claro, sexo, amor e aceitação estão em pauta, tratado da maneira como deve ser sempre: naturalmente.

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Ainda no Netflix, existem dois filmes imperdíveis para a reflexão sobre a tendência “ageless” e a quebra de estereótipos sobre como uma mulher “de certa idade” deve agir ou se vestir. São eles:

Advanced Style (2014)

Iris (2014)

Se você está na faixa dos 20 ou 30 (eu tô saindo de uma e chegando na outra, rs), com certeza já percebeu que às vezes demora um tempo para nos aceitarmos como somos. Então, nessa busca por ser exatamente o que se é, tomara que a gente consiga aceitar mais a nós mesmos e aos outros. Espero que esse exercício nunca saia de moda.