Desenroladas


4 marcas que ganharam nossos corações

Dica de achadinho é sempre bom, né? E a nossa dica de hoje são quatro lojinhas que ganharam os nossos corações nos últimos tempos. Algumas daqui de Fortaleza mesmo, outras de fora do estado, mas todas com um fator em comum: a facilidade de comprar pelo Instagram e redes sociais.

Então, vamos começar:

Atelier Pepita

A marca nasceu em 2013 e à quatro mãos, com as sócias e irmãs Thais e Fernanda Salim. O sonho das duas sempre foi um só: enfeitar os braços das mulheres cariocas. Especializada em pulseiras e adepta do conceito “tudo junto e misturado”, o Atelier Pepita conta com uma variedade enorme de modelos… É sério, a quantidade de formatos, modelos, texturas e banhos são muitas! Aqui em Fortaleza, vende na Ahazando.

Pepita completa

Ziovara

A Ziovara é uma dessas lojas que a gente bate o olho no Instagram e já quer sair comprando tudo. Com uma pegada meio 70s, meio mermaid e super descolada, a marca possui peças criativas, diferentes e que deixam a gente (e o bolso também, né?) beem feliz!

Ziovara completa

Mischief

A Mischief é uma marca daqui de Fortaleza que tem uma única premissa: proporcionar diversão. Feita para pessoas, ela é sem gênero, ou seja, homens e mulheres podem usar a roupa que quiserem pois não há tal distinção.
Original, experimental e ousada, a Mischief é única!

Mischief completa

Gipsy

Bom, a Gipsy conquistou nosso coracão já faz um tempo, mas a nova coleção está tão maravilhosa que não poderíamos deixar de citá-la aqui!
A marca se propõe a levar uma pouco de magia, cores e novos sentimentos a quem busca roupas autênticas e autorais.

 Gipsy completa

Gostou das nossas dicas? Tem alguma marca autoral que você ama? Compartilha com a gente!

Moodboard: Inspirações unicornianas

Unicórnios, arco-íris, glitter, tons pastel e materiais holográficos numa mesma tendência? Sim, por favor!

Diretamente do universo das fábulas e dos sonhos, o unicórnio chama atenção por ser exuberante, especial e único. A figura mítica caiu nas graças das gerações Y e Z e hoje já não é mais tão rara assim: suas formas, cores e estampas parecem estar espalhadas pelos quatro cantos da moda sendo uma alternativa lúdica e divertida de deixar o dia a dia mais leve.

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Uma das marcas cearenses que aderiu à tendência foi a Tropical Mess, que conta com acessórios e t-shirts unicornianas em sua coleção atual. Uma delas, virou meu xodó assim que bati os olhos: a camiseta “raglan” com mangas cor-de-rosa. Já usei de diversas formas e até em look pro trabalho.

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Se tem uma coisa incrível que a moda nos proporciona é justamente essa possibilidade de levar a vida com um tiquinho extra de humor e (porquê não?) de empoderamento. Afinal, somos todos unicórnios à nossa maneira: exuberantes, especiais e únicos.

Maxi Moda 2016: seja a mudança

Maxi Moda 2016 (128)

Mais uma edição do Maxi Moda e mais uma chuva de informação. Participamos novamente do ciclo de palestras sobre negócios de moda e buscamos absorver o máximo de conhecimento dos convidados, que nessa edição trouxe muitas experiências pessoais e histórias inspiradoras de carreira. Seja pela veia empreendedora ou pelo reconhecimento por grandes marcas, os palestrastes mostraram que o mercado de moda ainda tem muito a ser explorado e segue sua regra máxima: a mudança move o mundo.

VITORINO CAMPOS: a regra é não ter regra

Maxi Moda 2016 (4)Não pegamos a palestra completa de Vitorino Campos, mas assistimos a parte do debate entre ele e Raphael Costa, da Livo Eyewear. Mesmo apenas no bate-papo, Vitorino conseguiu inspirar em respostas com conteúdo e boas ideias, mostrando que o trabalho com moda, assim como qualquer outro, não se faz sozinho.

“O que é o luxo? O luxo caminha por várias plataformas, não é somente a matéria prima, é também a ideia depositada naquele processo. A ideia também é um luxo”.
“Soluções para a pirataria também é buscar deixar o trabalho ainda mais artesanal.”
“A comunicação interna de uma marca deve ser muito próxima entre o marketing e o estilo. Brigo muito com a pessoa do MKT da Animale, mas isso faz parte da construção da marca, pois tudo tem que estar alinhado. Nos falamos o tempo todo”
“Fiz parte da decisão da Animale deixar de participar de uma edição da SPFW. A proposta era para organizar a produção. A gente demorava cerca de 8 meses para produzir as peças conceituais desfiladas e distribuir para as lojas. A estratégia agora é desfilar o verão e já ter a coleção pronta para ser distribuída no dia seguinte do desfile”.
“Minha regra é não ter regra e isso faz parte da identidade da minha marca. A mudança é a minha identidade”.

TORTA DE CLIMÃO: Durante o debate, surgiu uma pergunta sobre o trabalho das bloggers com marcas de moda. A resposta foram longos minutos constrangedores de risadas de Raphael, da Livo. Soou arrogante e mal educado.

PAULO PEDÓ: moda, arte e design

Maxi Moda 2016 (63)A primeira palestra da tarde foi com Paulo Pedó, diretor da marca Melissa. A apresentação foi impecável, passeando pela história da marca até a internacionalização, falando também sobre as colaborações e demais projetos da marca de calçados de plástico. Com vídeos inspiradores (apesar de alguns questionáveis), Paulo fez uma apresentação leve e que rendeu bons insights.

“Na minha época de publicitário, tudo se resumia a uma boa verba e uma boa campanha. Hoje não, hoje você precisa ter um diálogo com o consumidor”.
“A Melissa se constrói a partir de três pilares: MODA + ARTE + DESIGN”
Curiosidade sobre o nome: a agência apresentou uma série de nomes femininos e o Melissa foi o escolhido. Simples assim.
Construção de love mark: amor + respeito.
Processo de internacionalização da marca: passar imagem não estereotipada do Brasil, levando o bom humor, alto astral, colorido e adaptabilidade do povo.
Galeria Melissa: primeira concept Store da Oscar Freire.
“Não fechamos parceria com grandes marcas que fogem da proposta da Melissa, como Louis Vuitton, por exemplo. Você precisa fazer escolhas quando se fala de branding.”
“No fundo, a gente faz algo para conectar pessoas”
“Tudo na Melissa é feito em colaboração” – o poder do coletivo e a tendência de co-branding, na qual a Melissa foi uma das pioneiras no Brasil e no mundo.
“Quem gosta de moda não fala de moda. Fala de arte, design, cultura, comportamento… E expressa isso tudo na moda.”
Sobre se manter fiel ao conceito da marca: “o consumidor quer verdade”
“A vida e a renovação das marcas passa pelas pessoas.”

RESPOSTAS VAGAS: Durante o debate, Paulo foi questionado (inclusive por nós) sobre o movimento “sem gênero”, uma vez que a Melissa tem apostado em tamanhos maiores e conquistando o público masculino. Paulo não soube responder de que forma isso nasceu dentro da marca e seguiu separando criações entre feminino e masculino. Além disso, a questão da sustentabilidade foi levantada, já que na palestra ele exibiu um vídeo que enaltecia a Melissa como uma marca vegan por ser “100% plástico”. O discurso não batia com o impacto ambiental causado pela matéria-prima dos produtos e ele também não soube responder efetivamente. Ficou vago.

ALICE FERRAZ: consistência e relevância

Alice Ferraz (1)Alice subiu ao palco pronta para um grande bate-papo sobre o FHits e o trabalho com as bloggers brasileiras que fazem parte do inovador veículo. Simpática e com um discurso muito coerente, mostrou o seu espírito empreendedor e mostrou o seu método de trabalho. Iniciando com apenas 5 bloggers, hoje o FHits conta com uma rede bem mais de influenciadoras e está de olhos abertos para as youtubers.

“F*Hits nasceu como um serviço único no mundo. O que existe hoje, lá fora, são as “multi channel networks” de youtubers. Mas nada exatamente como o FHits.
“Não é só vender produto. É fazer um conteúdo no qual ele está inserido, transmitindo verdade”.
Branded content:  “a conversão é muito mais importante do que o número de seguidores”.
Curadoria + blogs = relevância
Identificação: “a blogueira é o espelho da menina que a lê”.
“As influenciadoras digitais não são IT girls, são veículos de moda”.
“O brasileiro compra porque gosta de se divertir. Comprar é entretenimento. To have fun”.
Segredo do bom conteúdo: consistência + relevância

RACHEL MAIA: uma das faces da diversidade

Maxi Moda 2016 (117)A palestra da Rachel era uma das mais esperadas da noite e, apesar de muito inspiradora por conta da história de vida da Rachel, teve poucos insights relacionados à negócios. Rachel falou bastante sobre empoderamento, principalmente feminino, enquanto citava seus desafios na profissão à frente da Pandora. Das palavras de Rachel, a que ficou marcada foi: “eu não me calo, eu não me intimido”.  Girl Power!

Aproveita e vem ver outros clicks do evento:

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