Desenroladas


Outubro Rosa – Campanhas que fazem a diferença

Como muitas de vocês já devem saber, o câncer de mama é uma doença implacável e que atinge milhares e milhares de mulheres ao redor do mundo diariamente. Sim, isso mesmo: diariamente. E já que estamos em pleno Outubro Rosa, resolvemos elaborar um post especial para lembrar a todas da importância da sua da mulher e detecção precoce da doença.
Fizemos um apanhado de grandes e importantes campanhas que rolam durante esse mês, para mostrar como é importante a união em prol de uma causa nobre. Não só pelos views, pelo marketing social, mas também pelo combate e, especialmente, pela conscientização.
Desenroladas + T-shirt in box + Coletivo Luz de Dandara
A primeira campanha de que vamos falar é, claro, a nossa. Em parceria com a loja T-shirt in Box e o coletivo feminista Luz de Dandara, uma camiseta especial para o Outubro Rosa. Ao adquirir a camiseta, você ajuda o Instituto do Câncer do Ceará onde 50% da renda arrecadada será revertida para a instituição. Para mais informações, você pode ler nosso post especial para a novidade.
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Quem se cuida voa mais longe
A companhia aérea Azul apoia a causa pelo sétimo ano consecutivo e, em 2016, aposta em iniciativas inéditas que poderão atingir cerca de dois milhões de clientes (no Brasil e no exterior) e envolver os mais de 10.000 colaboradores da empresa. Dentre as iniciativas, as que mais nos chamaram a atenção foi a adaptação das aeronaves para a cor característica do mês e investir em uma tripulação 100% feminina.
A campanha também conta com a parceria com a FEMAMA (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama) envolvendo as Vitoriosas, como são chamadas as mulheres que venceram a doença.
Parente & Outubro Rosa
Durante todo o mês de outubro, a PARENTE veste a camisa em prol da campanha e, como forma de apoio, várias ações serão realizadas nas lojas em parceria com o Instituto do Câncer do Ceará (ICC). A marca fez uma parceria com a loja de lingerie Vovó Quem fez, onde uma coleção exclusiva para o mês foi desenvolvida e, para cada peça vendida, R$10,00 serão doados ao ICC. Além da parceria, no dia 19 de outubro, 10% das vendas de todas as lojas PARENTE serão doados ao Instituto, que terá um espaço especial durante todo o mês no Shopping RioMar.
Instituto Quimioterapia e Beleza
Qualquer usuário do facebook ou twitter poderá usar um perfil especial para o Outubro Rosa desenvolvido pelo Instituto Quimioterapia e Beleza. Basta usar o link http://twibbon.com/Support/outubro-rosa-iqeb e seguir o passo a passo. Em menos de 1 minuto todo mundo pode apoiar a causa.

Outubro Rosa Easy
O aplicativo de táxis, Easy, também participa da Campanha e aceitará doações dos passageiros para o Instituto Quimioterapia e Beleza durante todo o mês de outubro. Usuários em todo o Brasil poderão doar R$1,00 por meio do aplicativo ao final de suas corridas. Para doar, o usuário deve solicitar o serviço desejado (EasyTaxi; EasyTaxiEconomy; EasyPlus ou EasyGo) via aplicativo, inserir o destino e confirmar a localização. Em seguida, clicar em “Pagamento e Promoção” preencher “Rosa” no campo “Promoção”, selecionar a forma de pagamento desejada e confirmar sua solicitação. Essa renda será revertida integralmente ao Instituto e, a cada R$1 doado pelo usuário, a Easy também doará mais R$1. A ação será durante todo o mês de outubro no Brasil inteiro, o passageiro pode doar quantas vezes quiser.

São tantas por aí que sempre dá pra gente participar de pelo menos uma e abrir os olhos para a conscientização de uma causa tão importante.

E você, já fez seu autoexame hoje?

Lush e o combate à violência contra a mulher brasileira

O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking de feminicídio, no qual três em cada cinco mulheres sofreram ou sofrem algum tipo de violência. E não, não estamos aqui só falando daquele tipo de violência que deixa marcas visíveis, mas também psicológicas. A LUSH (e todas nós) precisamos falar e – por que não? – lutar contra isso.

A LUSH é uma marca inglesa de cosméticos 100% vegetarianos, sem conservantes, produzidos de forma artesanal e sem realizar testes em animais. A marca está no Brasil desde junho de 2014 e possui um posicionamento ativista perante ao direito dos animais e sustentável em relação a toda a sua linha de produção. Além de tudo isso, a LUSH acaba de lançar a sua primeira campanha em prol do direito das mulheres no Brasil.

Esse é o tema que deu origem à campanha (primeira de muitas), protagonizada pela ONG Artemis, a qual visa a promoção da autonomia feminina e erradicação da violência contra a mulher. O nome dessa campanha é #tambéméviolência e tem como objetivo conscientizar a todos de que violência contra a mulher não é só agressão física, é também a agressão psicológica, moral, patrimonial e sexual. Todas elas, sem exceção, aprisionam e calam milhões de mulheres diariamente.

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A campanha tem início com uma mesa de debates e conta com a presença de Silvia Chakian (Promotora de Justiça e Coordenadora do GEVID do Ministério Público do Estado de São Paulo), Alice Bianchini (Doutora em Direito Penal, Integrante do Conselho Especial da Mulher Advogada da OAB Federal e autora do livro “Lei Maria da Penha”), Raquel Marques (Presidente da ONG Artemis) e Renata Pagliarussi (diretora geral da LUSH no Brasil). O momento também conta com um espaçø para perguntas e respostas, visando uma conversa totalmente colaborativa.

#tambéméviolência acontece no dia 27 de setembro, a partir das 19h, na LUSH Spa Jardins, em São Paulo.

SERVIÇO
LUSH Spa Jardins – Rua da Consolação, 3459 – SP
Confirme sua presença no evento.

Mulheres de ouro – destaque femininos nas Olimpíadas

“É o poder, o mundo é de quem faz” (Conka, Karol)

Por muitos e muitos anos, várias coisas nesse mundo eram restritas ao acesso masculino. As Olimpíadas eram uma delas.

Por exemplo, em 1900 as mulheres representavam apenas 2,2% dos competidores. É incrível (pelo menos pra mim) pensar que tanto tempo se passou e, hoje, as mulheres ocupam 45% dos atletas da mais importante competição mundial. Ok, pode não parecer tanto, mas num ano como esse, com tantos acontecimentos e lutas em prol do empoderamento feminino, acredito que essa seja a primeira de muitas vitórias que virão.

Entre as primeiras de muitas, as mulheres estão fazendo a festa nas Olimpíadas 2016. Sejam elas brasileiras, americanas, sauditas, europeias… Esse é um ano para bater recordes. Continuamos superando o preconceito e o machismo: se as Olimpíadas geram muitos ídolos, os Jogos de 2016 vem se destcando pela chuva de heroínas.

Lembro quando joguei vôlei por quase 11 anos e, das tantas vezes que quis competir, não pude. Fiquei pensando até hoje o por quê de tudo isso e cheguei à conclusão: o esporte costuma ser o terreno da virilidade. Então, para mim, atleta frustrada dos tempos de escola, ver atletas olímpicas dando motivos para mulheres assistirem e praticarem esportes é a minha medalha de ouro.

Em meio aos olhares atravessados e assobios, ver tantas mulheres representarem seus países nos jogos nas mais diversas modalidades é motivo de grande orgulho. Joanna Maranhão (natação), Simone Biles (ginástica artística), Marta (futebol), Rafaela Silva (judô), Yusra Mardini (natação) e tantas outras. Únicas.

Então, só nos resta concluir o óbvio: o futuro do esporte é feminino.

Conheçam, portanto, algumas mulheres que fizeram história nos Jogos Olímpicos:

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Maria Lenk foi a primeira nadadora brasileira a ser introduzida no “Swimming Hall of Fame”, um salão da fama localizado na Flórida, dedicado a esportistas, treinadores e envolvidos com esportes aquáticos. Nadou até o fim de sua vida e ficou conhecida na nossa história como a primeira atleta brasileira a participar dos Jogos Olímpicos.

Gabriela Andersen-Schiess

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Gabriela Andersen-Schiess é uma maratonista suíça, que, mesmo desidratada e com uma forte cãibra, cambaleou os últimos 200 metros para atingir a linha de chegada nos Jogos Olímpicos de Verão de 1984.

Ketleyn Quadros

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Ketleyn Quadros foi a primeira brasileira medalhista em uma competição de jogos individuais. A judoca ganhou medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim de 2008.

Nawal El Moutawakel

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Nawal El Moutawakel quebrou barreiras e rompeu com preconceitos no mundo islâmico, sendo a primeira campeã olímpica marroquina. Nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, Nawal venceu a primeira edição da prova dos 400 metros com barreiras. Hoje, ela exerce – nada mais, nada menos – que o cargo de vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional.

Marta

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Marta é alagoana e já foi escolhida como a melhor futebolista do mundo por cinco vezes consecutivas, um recorde entre mulheres e (pasmem!) homens. No ano passado, 2015, ela se tornou a Maior Artilheira da História das Copas do Mundo de Futebol Feminino, com 15 gols, e também se tornou a Maior Artilheira da História da Seleção Brasileira, com 101 gols.

Rafaela Silva

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Rafaela Silva, crescida na Cidade de Deus, é uma judoca brasileira que, nos Jogos Olímpicos deste ano, conquistou a medalha de ouro. A atleta derrotou a judoca da Mongólia, até então, líder do ranking mundial. Com isso, ela se tornou a primeira atleta da história do judô brasileiro a se tornar campeã olímpica e mundial.

Fabiana Murer

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Fabiana Murer é uma atleta brasileira, campeã mundial e recordista brasileira do salto com vara. Já foi duas vezes campeã mundial da prova e foi a nº1 do mundo no ranking da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF), em 2014.

As mulheres seguem conquistando seu espaço no mundo dos esportes. Quem duvida do que elas ainda são capazes?