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Viagem por Londres: 4 locais geek para visitar na capital da Inglaterra

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Anotem isto: Londres tem programas para todos os tipos de gostos. Ao visitar a capital inglesa, percebi que sua maior característica é ser uma cidade cosmopolita. Em cada esquina, uma história é contada. E não tô falando só da história da família real, mas da história do mundo. Londres é um verdadeiro caldeirão cultural.

Então, não seria diferente para os geeks, nerds e entusiastas do gênero. Londres é um paraíso pra quem ama livros, boardgames, histórias em quadrinhos, super-heróis e todo o universo da fantasia. Por isso, enquanto estive lá, fiz questão de visitar os locais que os verdadeiros geeks frequentam e que saem da rota turística da cidade.

Não se enganem, há muito o que visitar em Londres e já contamos outras dicas imperdíveis aqui, mas os destinos que listo a seguir são irresistíveis!

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Exposição: Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México

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Tudo começou com São Paulo. Foi buscando passagem para a capital paulista que decidimos olhar passagens para outros destinos da América Latina e… as passagens para Santiago, no Chile, estavam praticamente do mesmo valor. Mas, além do “simples” desejo de viajar, havia um motivo forte para ir à São Paulo: a exposição Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México, que ficou em cartaz entre 27/09/2015 e 10/01/2016, no Instituto Tomie Ohtake. Então, conseguimos pegar um vôo para Santiago que teve uma conexão de 22 horas em Guarulhos e o que nos deu tempo suficiente para ver a exposição e matar um pouquinho da saudade dessa cidade que tanto amamos.

Chegar ao ITO de transporte público é super fácil. Basta pegar a linha amarela do metrô e descer na estação Faria Lima. De lá para o prédio do Instituto são alguns bons quarteirões, mas a arte de rua e aquela movimentação típica de um grande centro urbano deixam o trajeto mais interessante. Já na porta do Instituto, tive uma grata surpresa: apesar da intensa divulgação e de ter pinturas da pintora surrealista mais famosa de todos os tempos, a fila para a exposição estava bem tranquila – ao contrário da exposição “Obssessão Infinita”, de Yayoi Kusama, e “ Salvador Dali”, ambas também realizadas lá.

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A mostra reuniu cerca de 100 obras de 15 artistas, sendo 20 delas obras de Frida Kahlo. O recorte focaliza especialmente artistas mulheres nascidas ou radicadas no México, protagonistas, ao lado de Kahlo, de potentes produções, como Maria Izquierdo, Remedios Varo e Leonora Carrington. Entre as mulheres artistas mexicanas vinculadas ao surrealismo surpreende a abundância de autorretratos e retratos simbólicos. Entre as 20 pinturas de Frida na exposição, seis são autorretratos. Há ainda outras de suas telas que trazem a sua presença, como em “El abrazo de amor del Universo, la terra (México). Diego, yo y el senõr Xóloti”, 1933, e “Diego em mi Pensamiento”, 1943, além de uma litografia, “Frida y el aborto”, 1932.

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O visual icônico de Frida foi imortalizado em suas telas, sendo hoje a indumentária colorida e folclórica algo indissociável da imagem da artista. Na contramão do modismo de sua época, ela mergulhou na tradição mexicana sendo ela mesma uma porta-voz da cultura de seu país, não somente através de sua arte, mas também de suas vestimentas. Alguns trajes típicos mexicanos também integram a exposição, tornando-a ainda mais rica para quem, como nós, tem interesse por moda. As próprias telas são uma belíssima fonte de compreensão do vestuário utilizado pelas mulheres mexicanas entre as décadas de 1920 e 1940.

Outro ponto interessante da exposição é perceber a forma como a multiplicidade cultural mexicana, rica em mitos, rituais e crenças espirituais diversas, favorece a atmosfera criativa surrealista. Segundo a curadora da mostra, Teresa Arcq, “a estratégia surrealista da máscara e da fantasia, que no México forma parte dos rituais cotidianos em torno da vida, a morte no âmbito do sagrado, funcionava também como um recurso para abordar o tema da identidade e de gênero”.

Sendo uma das artistas mais influentes do XX, que emociona multidões com seu trabalho e também com sua intensa história de vida, Frida Kahlo permanece como uma de nossas maiores inspirações. Afinal, o mundo precisa de mais mulheres corajosas como ela, que não só enfrentou limitações físicas, como sociais em nome do que acreditava. Viva Frida!

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Obra de Frida Kahlo

Obra de Frida Kahlo

Obra de Remedios Varo

Obra de Remedios Varo

Traje típico mexicano

Traje típico mexicano

Traje típico mexicano

Traje típico mexicano

Retratos de Frida Kahlo

Retratos de Frida Kahlo

Traje típico mexicano

Traje típico mexicano

Traje típico mexicano

Traje típico mexicano

Obra de Frida Kahlo

Obra de Frida Kahlo

Obra de María Izquierdo

Obra de María Izquierdo

Capa da revista mexicana"Mujeres" de 1960

Capa da revista mexicana”Mujeres” de 1960

 

Foto: Instituto Tomie Ohtake

Foto: Instituto Tomie Ohtake

Conhecendo o Templo Zu Lai em São Paulo

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Dizem que existem três assuntos que não se deve discutir: religião, política e futebol. Já eu penso o contrário. Principalmente em relação aos dois primeiros, acredito que só dialogando bastante podemos evoluir – tanto pelo que podemos ensinar ao outro com nossa experiência, como pelo que podemos, humildemente, ouvir e aprender com as opiniões divergentes das nossas.

Independente de crenças, acredito que todas as religiões merecem igual respeito e desde criança gosto de estudar sobre esse assunto. Dentre as diversas formas de pensar um plano além desse que nos encontramos, o Budismo é um dos campos que tenho maior interesse. Principalmente uma filosofia de vida, ele nasceu na Índia baseado nos ensinamentos de Sidarta Gautama, o primeiro Buda (“O Iluminado”). Lembram daquele filme da “Sessão da Tarde” com o Keanu Reeves? Pois é.

Ao longo dos anos, sugiram muitas ramificações, como o Budismo Humanista. Esta é a linha do Templo Zu Lai, maior templo budista da América Latina, localizado em Cotia (SP). Contando sempre com uma intensa programação, o local é aberto ao público. Clique aqui para saber como chegar lá, partindo de São Paulo (capital), e aqui para saber os dias e horários de visitação.

Uma dica preciosa para quem puder visitar o Templo Zu Lai em fevereiro: no dia 21 os monges farão uma grande festa, também aberta ao público, para celebrar o Ano Novo Chinês. Uma experiência inesquecível para quem aprecia a cultura oriental!

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Templo Zu Lai

Estrada Municipal Fernando Nobre, 1461.
(Km 28,5 da Rodovia Raposo Tavares)
CEP 06705-490. Cotia – São Paulo – Brasil
Tel: 55 (11) 4612-2895 | Fax: 55 (11) 4702-5230

zulai@templozulai.org.br

facebook.com/zulai.templo

http://www.templozulai.org.br/