Desenroladas



Women’s March: mulheres unidas ao redor do globo em luta pela igualdade

People shouts slogans during the Women's March rally in Barcelona, Spain, Saturday, Jan. 21, 2017. The march was held in solidarity with the Women's March on Washington, advocating women's rights and opposing Donald Trump's presidency. (AP Photo/Manu Fernandez)

Um momento para entrar na história. No último sábado, 21 de janeiro de 2017, rolou a Marcha das Mulheres, conhecida internacionalmente como Women’s March, uma marcha política com objetivo de promover a igualdade de direitos para todas as mulheres e também para as minorias dentro da minoria, como igualdade racial e igualdade LGBTQ. Os protestos aconteceram simultaneamente em diversos locais do globo, como Paris, Sidney, Berlim, Londres, Nairobi e Cape Town, mas em Washington D.C. teve um peso ainda maior.

O grande objetivo foi fazer uma declaração direta para o novo presidente dos EUA, Donald Trump, conhecido por suas declarações machistas, xenofóbicas e homofóbicas. No protesto, as principais pautas foram a reforma na política de imigração que Trump propõe, os direitos dos trabalhadores, questões ambientais e também o movimento #BlackLivesMatter.

Fica aqui nossa homenagem e o nosso agradecimento a todas as mulheres que lutam e seguem buscando uma transformação social, política e econômica mais igualitária. Vocês são nossa inspiração. Obrigada. 👊

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A Muslim woman in hijab is seen amid activists as they make their way to the Women's March in opposition to the agenda and rhetoric of President Donald Trump in Washington, D.C., U.S. on January 21, 2017. REUTERS/Adrees Latif - RTSWPMH

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Fotos: The Atlantic

Estrelas Além do Tempo: um filme necessário

No final de 2016, a notícia de que uma youtuber fora assediada por Vin Diesel tomou o mundo. Dentre todas as declarações que a repórter fez,  vou destacar uma aqui: “quando estamos trabalhando, não queremos ser  bonitas. Queremos ser  inteligentes“.

O ano agora é 1961. Uma funcionária da Nasa, ao ser cortejada por um rapaz, ouve dele que não imaginava que uma garota poderia exercer uma função tão difícil. E ela responde: “sim, as mulheres podem fazer algumas coisas na Nasa. E não é porque usamos saias. E sim porque usamos óculos“.

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Sessenta anos de distância e estamos falando da mesma coisa. Mulheres lutando pelo direito de serem respeitadas em seu trabalho por, única e exclusivamente, sua capacidade profissional. E foi esse um dos pontos que me chamou a atenção em “Estrelas Além do Tempo“, filme de Theodore Melfi, que estreia nos cinemas brasileiros em fevereiro.

Nele, a história verdadeira de três mulheres negras matemáticas de elite  que revolucionaram a história da Nasa. Katherine Johnson (Taraji Henson), Dorothy Vaugh (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monae) formam um trio de mulheres visionárias que foram além das barreiras de gênero, raça e profissão como pioneiras das viagens cósmicas. Três amigas geniais que ocupam cargos na Nasa e galgam por espaços que façam jus a suas capacidades intelectuais e suas qualificações profissionais. Para isso, se veem diante de várias situações vexatórias em uma época de segregação racial no Estados Unidos.

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Tentando evitar spoilers, alguns pontos tocados pelo longa assustam mesmo a quem está constantemente se informando sobre os assuntos. Notar o quanto a sociedade pôde ter sido cruel a mulheres, aos negros e, principalmente, às mulheres negras. Perceber que direitos básicos como usar o banheiro, estudar e trabalhar eram negados. Pior, perceber que hoje não temos mais as placas sinalizando a segregação, mas elas continuam aí para quem tiver interesse em enxergar.

O filme em si é fantástico por diversos aspectos. Tem uma narrativa boa de acompanhar e, apesar de falar de um tema forte e impactante, tem seus momentos leves e divertidos. Ponto para o trio de atrizes principais, que além de brilhantes em suas atuações, são extremamente carismáticas.

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Mas, ele é, na realidade, um filme necessário. Em tempos de posse de um presidente misógino, racista e xenófobo, como Donald Trump, e em época e Golpe como o que vivemos no Brasil, um filme que exponha a realidade de mulheres negras, reforça a genialidade dessas mulheres e o quanto elas foram indispensáveis para a evolução da ciência e da tecnologia é um tapa na cara de quem insiste em nos qualificar apenas como “belas, recatadas e do lar”.

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Viagem por Londres: 4 locais geek para visitar na capital da Inglaterra

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Anotem isto: Londres tem programas para todos os tipos de gostos. Ao visitar a capital inglesa, percebi que sua maior característica é ser uma cidade cosmopolita. Em cada esquina, uma história é contada. E não tô falando só da história da família real, mas da história do mundo. Londres é um verdadeiro caldeirão cultural.

Então, não seria diferente para os geeks, nerds e entusiastas do gênero. Londres é um paraíso pra quem ama livros, boardgames, histórias em quadrinhos, super-heróis e todo o universo da fantasia. Por isso, enquanto estive lá, fiz questão de visitar os locais que os verdadeiros geeks frequentam e que saem da rota turística da cidade.

Não se enganem, há muito o que visitar em Londres e já contamos outras dicas imperdíveis aqui, mas os destinos que listo a seguir são irresistíveis!

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