Desenroladas


Beleza livre de crueldade: conheça marcas que amamos e não testam em animais

Feche os olhos e lembre do cheiro da sua infância. Pense não só no aroma dos ambientes, comidinhas e pessoas que marcam a sua memória, mas no perfume que passavam em você. Consegue identificar a marca? Se você faz parte da geração millennial, é muito provável que sua lembrança remeta à Lavanda Johnson’s Baby. Pela memória afetiva relacionada ao produto, continuei usando-o eventualmente até meus 18 anos, quando soube de um fato que mudaria pra sempre minha relação não só com a Johnson & Johnson, mas com toda a indústria dos cosméticos: a empresa realiza testes em animais. A informação constava (e ainda consta) numa lista da PETA (People For The Ethical Treatment Of Animals), organização sem fins lucrativos que possui o programa Beauty Without Bunnies (“Beleza sem Coelhos” – em referência aos animais mais usados nos testes desse mercado).

De lá pra cá, muitos anos passaram e a Johnson & Johnson, assim como muitas outras organizações, permanece com esta prática cruel. Por outro lado, é crescente a quantidade de marcas que estão deixando de fazer testes em animais (como a brasileira Natura já não faz há muito tempo) e também de empresas que já nascem sob a filosofia “cruelty free” (como a inglesa Lush).

O objetivo do programa Beauty Without Bunnies é fiscalizar e divulgar à população mundial as empresas que realizam e as que não realizam este tipo de teste, alertando para a falta de necessidade da crueldade animal para a criação de produtos de qualidade e que atendem às necessidades dos clientes.

Algumas marcas que testam em animais:

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